A força da economia fenícia era o comércio marítimo. Seus navegadores dominavam as constelações, usando o céu como bússola muito antes da invenção dos instrumentos náuticos.
Por volta de 1500 a.C., já eram protagonistas do comércio no Mediterrâneo. Seus produtos mais famosos eram tecidos tingidos com púrpura, um corante raro e luxuoso, símbolo de riqueza e poder entre os nobres da época.
As cidades fenícias — como Tiro, Sídon e Biblos — eram portuárias e independentes entre si. Cada uma possuía governo próprio, o que tornava a região um mosaico de cidades autônomas. Ao expandirem seus negócios, fundaram colônias por todo o Mediterrâneo; a mais célebre delas foi Cartago, que posteriormente se tornaria um império poderoso.